sexta-feira, abril 30, 2010

Re-postagem da análise da música Eduardo e Mônica.

http://www.dasneves.com.br/legiao.jpgEssa foi a postagem mais polêmica do Hippies & Beatniks, e o mais engraçado é que eu falo logo no início da postagem que apenas copiei e colei de um site e a mulherada caiu de pau matando me chamando de machista, então meninas, vou explicar, esse texto foi concebido por um senhor de 71 anos ( na época, acho que é coisa de 1995 ) e postei porque achei muito engraçada quando li e um belo dia me lembrei e postei. No final do post tem os comentários que recebi.

Pessoal esse texto eu li a uns dez anos atras, hoje me lembrei dele então ta aí um ctrl+c ctrl+v, retirado do site http://whiplash.net:


A música Eduardo e Monica da banda Legião Urbana esconderia uma implicância com o sexo masculino?

O falecido Renato Russo era, sem dúvida, um ótimo músico e um excelente letrista. Escreveu verdadeiras obras de arte cheias de originalidade e sentimento. Como artista engajado que era, defendia veementemente seus pontos de vista nas letras que criava. E por isso mesmo, talvez algumas delas excedam a lógica e o bom senso. Como no caso da música Eduardo e Mônica, do álbum "Dois" da Legião Urbana, de 1986, onde a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente, enquanto a feminina (Mônica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos. analisemos o que diz a letra.



Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente (Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram) ao mesmo tempo que tenta dar uma imagem forte e charmosa à Mônica (enquanto Mônica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram). Ora, se esta cena tiver se passado de manhã como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.

Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura (Festa estranha, com gente esquisita). Bom, "Festa estranha" significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poderem fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. "Gente esquisita" é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da via-láctea. Enfim, esta era a tal "festa legal" em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer? Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.

Assim temos (- Eu não estou legal. Não agüento mais birita). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Mônica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground.

Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram (E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar). Vamos por partes: em "E a Mônica riu" nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Mônica para com Eduardo. Ela ri de um bêbado inexperiente! Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se "quis saber um pouco mais" leia-se" quis dar para"! É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Mônica.

A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo "boyzinho" que tentava impressionar"! É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como "boyzinho". Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Mônica de bicicleta, como consta na quarta estrofe (Se encontraram então no parque da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo). Se alguém aí age como boy, esta seria Mônica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 (Ela era de Leão e ele tinha dezesseis) todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Mônica.

E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu?

Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Mônica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo (O Eduardo sugeriu uma lanchonete Mas a Mônica queria ver filme do Godard). Atitude esta, nada democrática para quem se julga uma liberal.

Na verdade, Mônica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado para caralho e com bastante cenas de baitolagem.

Em seguida Russo utiliza o eufemismo "menina" para se referir suavemente à Mônica (O Eduardo achou estranho e melhor não comentar. Mas a menina tinha tinta no cabelo). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. Ainda há pouco vimos Mônica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Além disto, se Mônica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril. Ou então porque é uma baranga escrota.

O autor insiste em retratar Mônica como uma gênia sem par. (Ela fazia Medicina e falava alemão) e Eduardo como um idiota retardado (E ele ainda nas aulinhas de inglês). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para Medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar "iéis", "nou" e "mai neime is Eduardo"! Incomoda como são usadas as palavras "ainda" e "aulinhas", para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente.

Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois (Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, De Van Gogh e dos Mutantes, De Caetano e de Rimbaud). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.A., muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão "do Bandeira". Francamente, "Bandeira" é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar "Êta" com "Tiêta" e neguinho ainda diz que ele é gênio!

Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo (E o Eduardo gostava de novela) e crianção (E jogava futebol de botão com seu avô). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões! É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada. Mulher sim, é maturidade pura.

Continuando, temos (Ela falava coisas sobre o Planalto Central, Também magia e meditação). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada. Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Mônica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto (E o Eduardo ainda estava no esquema escola - cinema - clube - televisão). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse "bar da esquina - terreiro de macumba - sauna gay - delegacia"?? E qual é o problema de se ir a escola?!?

Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Mônica (Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar). Por ordem:

1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto.

2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo.

3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!

Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra (A Mônica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Mônica trabalha na previsão do tempo? Não. Mônica é geóloga? Não. Mônica é professora de química? Não. A porra da Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba?

Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência... Ainda em (Ele aprendeu a beber), não precisa ser muito esperto pra sacar com quem... é claro, com a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis, como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Mônica! Grande contribuição!

Depois, temos (deixou o cabelo crescer). Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Mônica na cabeça do iludido Eduardo.

Sempre à frente em tudo, Mônica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade (E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Mônica deverá estar ganhando o seu oitavo prêmio Nobel.

Outra prova da parcialidade do autor está em (porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Mônica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta.

O que realmente impressiona nesta letra é a presença constante de um sexismo estereotipado. O homem é retratado como sendo um simplório alienado que só é salvo de uma vida medíocre e previsível graças a uma mulher naturalmente evoluída e oriunda de uma cultura alternativa redentora. Nesta visão está incutida a idéia absurda que o feminino é superior e o masculino, inferior. É sabido que em todas culturas e povos existentes o homem sempre oprimiu a mulher. Porém, isso não significa, em hipótese alguma, que estas sejam melhores que os homens. São apenas diferentes. Se desde o começo dos tempos o sexo feminino fosse o dominador e o masculino o subjugado, os mesmos erros teriam sido cometidos de uma maneira ou de outra. Por que? Ora, porque tanto homens quanto mulheres e colunistas sociais fazem parte da famigerada raça humana. E é aí que sempre morou o perigo. Não importa que seja Eduardo, Mônica ou até... Renato!

Adolar Gangorra tem 71 anos, é editor do periódico humorístico Os Reis da Gambiarra e não perde um show sequer dos "The Fevers".

comentários: 12

2 Prisco 15 de novembro de 2009 14:38
SENSACIONAL!!! Não sei se é revolta, Hello... mas essa tese ficou ótima! Pronto... agora toda vez que ouvir essa música, que, aliás, é a minha predileta, será impossível não lembrar desse texto! Muito bom! Divulgarei.
4 *_TAti_* 15 de novembro de 2009 15:02
Adoro essa música e gostei muito desse outro "ponto de vista" sobre ela..rsrsrs
5 B. 15 de novembro de 2009 18:05
hahahahahaha. Eu achei engraçado. essa foi a intenção, não foi? porque, na boa, não é para levar a sério, gente .... é uma piada ótima. :-)
6 Flora 17 de novembro de 2009 00:27
Se foi pra ser uma piada, realmente foi interessante e coisa e tal... Agora se ele está colocando isso como tese verdadeira, os argumentos foram horríveis. E sinceramente, independente do quão machista seja a pessoa, geralmente a mulher é mais ligada em coisas como misticismo ou linguas estrangeiras. São poucos homens que agem dessa maneira, e os que agem são considerados "viados" ou "frescos". E pode-se notar que o autor realmente é bastante machista, além de preoconceituoso em diversas partes do texto. Claro, apenas se ele estiver expondo isso como idéia, se for só uma sátira ou algo do gênero esse tipo de coisa é aceitável e torna o texto leve.
7 Anônimo 17 de novembro de 2009 07:44
Quem mesmo tá paranóico e implicante? Cara, tu é um babaca machista! Vai rever seus conceitos antes de ficar fazendo 'análise' de alguma coisa. Se liga, rapá!
8 Mugen 17 de novembro de 2009 12:54
Achei interessante a tese.. na parte do "teatro e artesanato" eu rachei de rir. Eu li uma entrevista a uns anos atraz em que o Renato Russo dizia que essa musica era sobre ele e uma namorada que ele teve, obviamente o final da musica foi como ele achava que devia ter terminado a história deles na vida real. Então pessoalmente eu acho que a intenção dele era engrandecer essa "tal mulher" e nao se depreciar. nunca vamos saber.. xD abs
9 Sammy 18 de novembro de 2009 14:22
quem perdeu tempo escrevendo isso, realmente n tinha oq fazer... leia-se "n tinha mulher p dar uns pegas"... huahuahuahuahuahuahua vamos beber e amar q o mundo vai acabar!!!!! e ouvir as tais musiquinhas também... o importante é ser feliz!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk bjs
10 Anônimo 18 de novembro de 2009 18:44
lembrando aos mortais que aqui acessam que você fez um CTRL+V E CTRL+C divertido o texto, e coitado do Eduardo hahahaha
11 Luísa Leupolt 24 de novembro de 2009 11:13
Não me prestei a ler todos os comentários, então não sei se algm já falou. Li um livro, Renato Russo de A a Z, que é tipo uma coletânia de entrevistas. O Renato falou que o Eduardo foi inspirado nele mesmo, e que a Mônica, em uma amiga, namorada de um amigo tb. Só pra constar.
12 Anônimo 28 de novembro de 2009 23:51
provavelmente vc esta revoltado com as mulheres e com ctz nos mulheres somos superiores a vcs homens! e vc tem essa dor no cutuvelo de ser um mal amado, presta atençao antes de criticar uma musica como essa...meu filho tenta fazer melhor e para de querer colocar os homens como melhores! sinto muito lhe avisar , mais vcs nao sao melhores!

2 trocaram ideia:

Tiago M? (o Berro d'água)

Gutão tem uma frase na minha formação que é a segunte: as vezes uma dor de cabeça é só uma dor de cabeça, sacou?

acho uqe o renatinho não tava pensando tão alto como pensa o altor, mas em uma filosfia bem ralé:

os opostos se atraem

Anônimo

Antes de fazer meu comentário uma pergunta: CARA VC É ADVOGADO??? Por que se isso fosse uma causa o Eduardo com certeza ia ganhar, se claro a Mônica não tivesse um bom defensor. Putz. Argumentos? Óóótimos, para não falar o contrário néh todos eles podem ser questionados. Mas em fim...

Vamos a minha opinião sobre a música: Na minha opinião Renato Russo ao fazer essa música não pensou em nada dissco! Simplismente ele quis contar a história de duas pessoas completamente diferentes e que deram certo, confirmando o ditado popular: "Os opostos se atreem".

Minha opinião sobre a o bendito defensor de Eduardo: Você é preconceituoso e mostra isso em várias partes do "post". Intolerância religiosa é crime! Até eu uma menina de 14 anos sei disso! Então tira uma lição: Não faça ofenças a religião nenhuma, você pode se encrecar!!!
Outra coisa: Como você é machista!!! Quer dizer agora que artesanato é coisas de gay??? E teatro não é mais programa cultural? Tabém é programação de Omosexuais!? Só aí vc já mostra tamanho preconceito, com RELIGIÃO E HOMOSEXUALIXMO fora o MACHISMO !!!

Outra coisa: Toda vez que vc publicar um "post" criticando mulheres; prepare - se para uma "enxorrada" de comentários como o meu e de outras mulheres!

Me admira uma pessoa com vocabulário tão rebuscado cometer tais gafE. Use seu bom vocábulo escrevendo algo construtivo!

RESUMINDO: Cara se manca! Tá maluco!?

Sua MARAVILHOSA tese acabou servindo de piada para meu fim de noite! VEJA PELO LADO BOM: pelo menos serviu pra alguma coisa, néh!
Me poupe! kkk
Dei muitas gargalhadas enquanto lia sua "MARAVILHOSA E CONSTRUTIVA TESE" sobre a interperetação da música Eduardo e Mônica.

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